sexta-feira, 18 de maio de 2018

O poder do santo Rosário (3ª parte)

Resultado de imagem para imagens de rosário Como surgiu a oração do Santo Rosário


         A oração do Santo Rosário surge aproximadamente no ano 800 à sombra dos mosteiros, como Saltério dos leigos. Dado que os monges rezavam os salmos (150), os leigos, que em sua maioria não sabiam ler, aprenderam a rezar 150 Pai Nossos. Com o passar do tempo, se formaram outros três saltérios com 150 Ave Marias, 150 louvores em honra a Jesus e 150 louvores em honra a Maria.

        Posteriormente fez-se uma combinação dos quatro saltérios, dividindo as 150 Ave Marias em 15 dezenas e colocando um Pai nosso no início de cada uma delas. Em 1500 ficou estabelecido, para cada dezena a meditação de um episódio da vida de Jesus ou Maria, e assim surgiu o Rosário de quinze mistérios.

            Rosa das rosas, Rainha das rainhas.

         A palavra Rosário vem do latim Rosarium, que significa 'Coroa de Rosas'.
        Nossa Senhora é a Rosa Mística (como é invocada na Ladainha Lauretana), e em sua homenagem o nome Rosário, que vem de Rosas. A Virgem Maria revelou a muitas pessoas que cada vez que rezam uma Ave Maria lhe é entregue uma Rosa espiritual, e por cada Rosário completo, lhe é entregue uma Coroa de Rosas.
        A rosa é a rainha das flores, Rosa das rosas, como é a Rainha das rainhas. sendo assim o Rosário a Rosa de todas as devoções e, portanto, a mais importante.

         O Santo Rosário é considerado a oração perfeita porque junto com ele está a majestosa história de nossa salvação. Com o rosário, meditamos os mistérios de gozo, de dor e de glória de Jesus e Maria. É uma oração simples, humilde como Maria. É uma oração que podemos fazer com ela, a Mãe de Deus. Com o Ave Maria a convidamos a rezar por nós. A Virgem sempre nos dá o que pedimos. Ela une sua oração à nossa. Portanto, esta é mais poderosa, porque Maria recebe o que ela pede, Jesus nunca diz não ao que Sua Mãe lhe pede. Em cada uma de suas Aparições, nos convida a rezar o Rosário como uma arma poderosa contra o maligno, para nos trazer a verdadeira paz.

O poder do santo Rosário (2ª parte)

Resultado de imagem para imagens de rosárioPor que Nossa Senhora insiste tanto na Oração do Rosário?

Em 1945 os americanos lançaram a bomba atômica sobre duas cidades japonesas: Nagasaki e Hiroshima. Nesta última, num raio de um quilômetro e meio do centro da explosão, ficou tudo arrasado e todos os habitantes morreram carbonizados. A casa paroquial, com oito moradores jesuítas, que distava apenas 800 metros da explosão, ficou de pé e os seus moradores ficaram ilesos.

O Pe. Hubert Shiffer era um deles e tinha então 30 anos. Depois viveu mais 33 completamente com saúde e nenhum dos moradores da casa sofreu as conseqüências da radioatividade. Ele contou a sua experiência no Congresso Eucarístico da Filadélfia (EUA) em 1976. Então todos os membros daquela comunidade ainda viviam.

O Pe. Shiffer foi examinado e interrogado por mais de 200 cientistas e não puderam explicar como, no meio de milhares de mortos, ele e seus companheiros tinham podido sobreviver. O Pe. Shiffer afirmou que centenas de cientistas e pesquisadores por vários anos continuaram a investigar por que a casa paroquial não foi atingida quando tudo ao redor ficou arrasado. E o padre explicou, dizendo: "Naquela casa se rezava todos os dias, em comum, o Santo Rosário. Por isso, foi protegida por Nossa Senhora".

Nossa Senhora, a partir principalmente de Lourdes, dá uma ênfase toda especial à oração do Rosário. Em Lourdes aparece sempre com o ROSÁRIO. Em outras aparições, pede sempre que se reze o Rosário. Em Fátima, em cada uma das aparições, ela insiste: "Rezem o ROSÁRIO DIARIAMENTE".

Em Medjugorje, desde o início, pede que se reze o Rosário. Em 14/08/84, ela diz: "Eu gostaria que cada dia se rezasse pelo menos o Rosário". Em 27/09/84: "Peço às famílias da paróquia que rezem o rosário em família".

No dia 25/06/85 a vidente Marija pergunta a Nossa Senhora o que deseja dizer aos sacerdotes. Ela responde: "Caros filhos, eu os exorto a convidar todos à Oração do Rosário. Com o rosário, vencerão todas as dificuldades que Satanás, neste momento, quer colocar no caminho da Igreja Católica. Vocês todos, Sacerdotes, Rezem o Rosário. Consagrem tempo ao Rosário".

O Papa, no 80º aniversário das aparições em Fátima, disse: "Caríssimos irmãos, rezai o Rosário todos os dias! Peço vivamente aos pastores para rezar o Rosário nas suas comunidades cristãs. Ajudai o povo de Deus a retornar à oração cotidiana do Rosário".

            A Origem da Ave-Maria

         É bom lembrar que, a segunda parte da Ave-Maria ("Santa Maria, Mãe de Deus"), foi introduzida na oração por ocasião da vitória sobre a heresia nestoriana, deflagrada no ano de 429.

         O bispo Nestório, Patriarca de Constantinopla, afirmava ser Maria mãe de Jesus e não Mãe de Deus. O episódio tomou feições tão sérias que culminou no Concílio de Éfeso convocado pelo Papa Celestino I. Sob a presidência de São Cirilo (Patricarca de Alexandria), a heresia foi condenada e Nestório, recusando a aceitar a decisão do conselho, acabou sendo excomungado. (Leia o artigo XVI do livro Oriente para saber mais sobre a heresia nestoriana).

         Conta-se que no dia de encerramento do Concílio, onde os Padres Conciliares exaltaram as virtudes e as prerrogativas especiais da VIRGEM MARIA, o Santo Padre Celestino ajoelhou-se diante da assembléia e saudou Nossa Senhora, dizendo: "SANTA MARIA, MÃE DE DEUS, rogai por nós pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém."
         Na continuidade dos anos, esta saudação foi unida àquela que o Arcanjo Gabriel fez a Maria, conforme o Evangelho de Jesus segundo São Lucas 1,26-38 "Ave cheia de graça, o Senhor está contigo!" e também, a outra saudação que Isabel fez a Maria, para auxiliá-la durante os últimos três meses de sua gravidez: "Bendita és tu entre as mulheres, e bendito é o fruto do teu ventre." (Lucas1, 42) Estas três saudações deram origem a AVE MARIA.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

O poder do santo Rosário (1ª parte)

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"Toda graça que é comunicada a esta terra passa por três ordens sucessivas. De Deus é comunicada a Cristo, de Cristo à Virgem, e da Virgem a nós" (S. Bernardino de Sena, Sermo VI in Festis B. M. V., De Annunciatione, a. 1, c. 2).

São Luís Maria Grignion de Montfort (1673 –1716), grande apóstolo de Maria Santíssima, escreveu: “A Santíssima Virgem revelou ao Bem-aventurado Alain de la Roche que, depois do Santo Sacrifício da Missa, que é o primeiro e mais vivo memorial da Paixão de Jesus Cristo, não havia devoção mais excelente e meritória que o Rosário, que é como que um segundo memorial e representação da vida e da Paixão de Jesus Cristo”.

Assim sendo, depois da Santa Missa o Santo Rosário é a mais poderosa arma de eficácia comprovada contra Satanás e seus sequazes, que procuram perder as almas. É um meio de salvação dos mais poderosos e eficazes que nos foi oferecido pela Divina Providência. O Rosário soluciona inúmeros problemas, assegura a salvação eterna e antecipa a implantação no mundo do Reino do Imaculado Coração de Maria.


O Rosário, Instrumento de Salvação.
(Extraído do livro: A eficácia maravilhosa do Santo Rosário,
de São Luís Maria Grignion de Montfort)


A Santíssima Virgem revelou ao Beato Alano que, quando São Domingos pregou o Rosário, pecadores endurecidos foram tocados e choraram amargamente seus crimes, e até crianças fizeram penitências incríveis.
O fervor foi tão grande, por toda a parte onde ele pregava, que os pecadores mudaram de vida e edificaram todo o mundo por suas penitências.
Se vós sentis vossa consciência carregada de pecados, tomai o Rosário e rezai uma parte dele em honra de alguns dos mistérios da vida, da paixão ou da glória de Jesus Cristo.
Convencei-vos de que, enquanto estiverdes meditando e honrando esses mistérios, no céu Ele mostrará suas chagas sagradas ao Pai, tomará a vossa defesa e obterá a contrição e o perdão dos vossos pecados. Ele mesmo disse um dia ao Beato Alano: "Se esses míseros pecadores rezassem frequentemente o Rosário, participariam dos méritos da minha paixão e Eu, como seu advogado, aplacaria a Justiça divina".
Nossa vida é uma guerra e uma tentação contínuas, na qual não temos que combater inimigos de carne e de sangue, mas as próprias potências do inferno.
Armai-vos, pois, com a arma de Deus que é o santo Rosário. Esmagareis assim a cabeça do demônio e permanecereis inabaláveis diante de todas as suas tentações.
É por isso que o Rosário, ainda que considerado materialmente, é tão terrível ao demônio, e os Santos dele se serviram para expulsá-lo dos corpos de possessos, como testemunham muitas narrativas.
O Beato Alano atesta que livrou grande número de possessos colocando o Rosário em seu pescoço.
Santo Agostinho assegura que não há exercício mais frutuoso e mais útil para a salvação do que pensar frequentemente nos sofrimentos de Nosso Senhor.
Santo Alberto Magno, mestre de São Tomás, soube por revelação que a simples lembrança ou meditação da paixão de Jesus Cristo é mais meritória ao cristão do que jejuar a pão e água todas as sextas-feiras de um ano inteiro, ou tomar a disciplina até o sangue todas as semanas, ou recitar todos os dias os cento e cinqüenta Salmos.
O Padre Dorland conta que a Santíssima Virgem declarou ao venerável Domingos, cartuxo devoto do santo Rosário, que residia em Trèves no ano de 1481, que "todas as vezes que um fiel recita o Rosário com as meditações dos mistérios da vida e da paixão de Jesus Cristo em estado de graça, ele obtém plena e inteira remissão de todos os seus pecados".
Ao Beato Alano, Ela disse: "Grande quantidade de indulgências foram concedidas ao meu Rosário, mas fica sabendo que Eu acrescentarei ainda muitas mais, aos que rezarem o terço em estado de graça, de joelhos e devotamente. E a quem nas mesmas condições perseverar nessa devoção, Eu lhe obterei no fim da vida, como recompensa por esse bom serviço, a plena remissão da pena e da culpa de todos os seus pecados".


Extraído do site www.derradeirasgracas.com

domingo, 6 de maio de 2018

Aqui irmãos, debate do missionário Daniel Silveira, ex-protestante da Assembleia de Deus, hoje Católico, com um protestante. A Paz de Jesus e o amor de Maria a todos! Deus vos abençoe!

quinta-feira, 3 de maio de 2018


ORAÇÕES AS TRÊS HORAS DA TARDE: A HORA DA MISERICÓRDIA.
  
Resultado de imagem para Jesus misericordioso1."Sangue e Água / que brotastes do Coração de Jesus / como fonte de Misericórdia para nos, / eu confio em Vós! " (Diário nº 187)
2. "Ao expirardes, ó Jesus, / a Fonte da Vida brotou para as almas / e abriu-se o oceano da Misericórdia / para todo o mundo. Ó Fonte da Vida, / Misericórdia insondável de Deus,/ abraçai o mundo inteiro / e derramai-Vos sobre nós !" (Diário nº 1319)
3."Ó Jesus crucificado, / suplico-Vos, / concedei-me a graça/ de sempre em toda a parte e em tudo / cumprir fielmente a santíssima Vontade de Vosso Pai. E quando essa, Vontade Divina / me parecer penosa e difícil de realizar, / então suplico-Vós, Jesus, / que das Vossas Chagas desça sobre mim / força e vigor, / e que a minha boca repita: /" Seja feita a Vossa Vontade? Senhor!" ( Diário nº 1265)
4. "Ó Salvador do mundo, / Amante da redenção humana,/ que em tão terríveis; suplícios de dor / não pensais em Vós mesmo, / lembrando-Vos apenas da salvação das almas, / ó Jesus, cheio de compaixão, / concedei-me a graça / de me esquecer de mim mesmo(a) / a fim de viver Inteiramente para as almas, / ajudando-Vos na Obra da Salvação / segundo a Santíssima Vontade, de Vosso pai..." ( Diário nº 1265 )
5. "Ó Jesus, / Verdade eterna, / nossa Vida, / invoco e suplico a Vossa misericórdia / para os pobres pecadores:'Ó dulcíssimo Coração do meu senhor, / cheio de Compaixão e insondável Misericórdia, / imploro-Vos pelos pobres pecadores. Ó Coração Sacratíssima, / fonte de Misericórdia, / do qual brotaram raios de graças incompreensíveis / para todo o gênero humano,/ suplico-vos luz/ para os pobres pecadores. Ó Jesus, / lembrai-Vos da vossa
amarga paixão / e não permitais que se percam almas / remidas com o Vosso preciosíssimo e sacratíssimo Sangue. Ó Jesus, / quando medito sobre o grande mérito do Vosso Sangue, / rejubilo com a sua imensidade, / pois uma só gota teria sido suficiente / para todos os pecadores... Oh, / como se consome de alegria o meu coração, / quando contemplo essa Vossa inconcebível Bondade, / Ó meu Jesus! Desejo trazer a Vossos pés / todos os pecadores, / para que louvem a Vossa Misericórdia / pelos séculos sem fim!" ( Diário nº 72 )

Nosso Senhor Jesus enumera três condições para que a oração feita nessa hora, seja atendida:

1) A prece deve ser dirigida a Jesus-Salvador.
2) A prece deve ser feita às três horas da tarde.
3) A prece deve recorrer ao valor e aos méritos infinitos da Paixão do Senhor Jesus.

" Nessa hora - prometeu Jesus à santa irmã Faustina - podes requerer tudo o que desejes por ti e pelos outros. Nessa hora realizou-se a Graça para todo o mundo: a misericórdia venceu a Justiça" . (D 1.572)
Minha filha, procura rezar nessa hora a Via-Sacra, na medida em que te permitirem os teus deveres. E se não puderes fazer a Via Sacra, entra ao menos por um momento na capela e adora o Meu coração que está cheio de misericórdia no Santíssimo Sacramento. Se não puderas sequer ir a capela, recolhe-te em oração onde estiveres ainda que seja por um breve momento."( Diário nº 1512)

terça-feira, 1 de maio de 2018

Boa Noite, pessoal!
Depois de tanto tempo afastado, o blogger Palavra de Guadalupe voltará.
Essa semana haverá postagens novas.

domingo, 9 de setembro de 2012

Suicídio

Algumas pessoas têm dúvidas sobre se o suicìdio é pecado ou não. O Cônego José Luiz Villac em resposta a uma pessoa nos explica sobre o assunto.

Pergunta

Em minha família tivemos um ente querido que cometeu suicídio, era irmão de minha esposa, e no seu velório o Padre se recusou a rezar por sua alma. Eu e minha família ficamos extremamente chocados. Gostaria de saber se o senhor poderia me explicar a atitude do Padre. Se foi uma atitude isolada ou se é sempre assim. Podemos mandar rezar Missas em intenção da alma de meu cunhado?

Resposta

Nada justifica o suicídio porque, por mais árduas que sejam as condições de existência de uma pessoa, o homem foi feito para enfrentar durante a vida situações adversas, às vezes duríssimas. E Deus nunca recusa ao homem os auxílios de que precisa para cumprir seus deveres familiares, profissionais e sociais e para superar todas as provações. Auxílios esses que alcançamos de Deus muito especialmente através da oração: “Em verdade, em verdade vos digo: se pedirdes alguma coisa a meu Pai em meu nome, Ele vo-la dará”, disse Nosso Senhor Jesus Cristo (Jo 16, 23). “Tudo que pedirdes, com fé, na oração, o recebereis” (Mt 21, 22). O desespero do suicida é uma negação pecaminosa da misericordiosa paternidade de Deus e da promessa infalível de Jesus Cristo.
O suicídio é um pecado escandaloso, que atenta contra os direitos de Deus, supremo e único Senhor da vida e da morte. É um pecado que agride brutalmente o convívio familiar e social, privando os familiares e os amigos da presença de um ente querido, e muitas vezes de um sustentáculo material, afetivo e espiritual. É um pecado gravíssimo que precipita a alma diretamente no inferno.
Por esta razão, as leis da Santa Igreja (cânones 1184/5) vedam conceder exéquias eclesiásticas aos “pecadores manifestos” — como é o caso dos suicidas — “a não ser que antes da morte tivessem dado algum sinal de arrependimento”.
O ítem 3º do cânon 1184 introduz a precisão de que a privação das exéquias elcesiásticas deve ser aplicada aos “pecadores manifestos, aos quais não se possam conceder exéquias eclesiásticas sem escândalo público dos fiéis”
O sacerdote, ao recusar-se a rezar pela alma da pessoa que cometeu o suicídio, presumivelmente examinou a situação concreta para, conforme diz o ítem acima referido, evitar o “escândalo público dos fiéis”. Compreende-se, pois, a atitude assumida por ele.
Convém ainda acrescentar que não basta a mera suposição de que talvez, nos últimos instantes (entre o ato suicida e a morte efetiva), pela infinita misericórdia de Deus, ter-se-á arrependido de seu ato tresloucado e obtido o perdão. É preciso que haja algum testemunho fidedigno de que o suicida, antes de expirar, tenha por exemplo beijado devotamente um crucifixo ou alguma imagem ou objeto piedoso, tenha batido no peito dando mostras de arrependimento de seu pecado, tenha pedido que lhe levassem um sacerdote, ainda que este não tivesse chegado a tempo etc. Sem estes sinais, o sacerdote não pode dar-lhe “sepultura eclesiástica”, ou seja, rezar publicamente pelo defunto, encomendar-lhe a alma, benzer sua sepultura etc., nem celebrar as Missas de exéquias.
De qualquer modo, como resta a possibilidade de Deus ter concedido in extremis ao suicida a graça do perfeito arrependimento, sem que ele o tenha podido manifestar publicamente, é permitido rezar privadamente pelo defunto, e mesmo encomendar Missas em sua intenção, desde que estas sejam celebradas privadamente e assistidas só pelos familiares e amigos mais íntimos, sem comunicar ao ato nenhum caráter social (como anúncios em jornal, por exemplo).
Infelizmente, essas sábias e razoáveis disposições eclesiásticas, que antigamente eram bem conhecidas dos ­fiéis, hoje não mais o são, o que explica que o consulente e sua família tenham ficado extremamente chocados com a atitude do sacerdote. Em vista disso, teria sido conveniente, talvez, que ele desse uma explicação à família.
A triste realidade de nossos dias é que vivemos numa sociedade que se distanciou de Deus.Noções como a da extrema seriedade da vida, na qual devemos, pela honestidade de nossos atos, ganhar o Céu, e portanto evitar qualquer transgressão dos Mandamentos da Lei de Deus e da Igreja, não fazem mais parte das cogitações habituais de um número enorme de nossos contemporâneos. Restam apenas alguns fiapos de tradições cristãs, como a de rezar pelos defuntos no velório, chamar um Padre para que encomende a sua alma etc.
E ainda é forçoso reconhecer que mesmo esses fiapos estão desaparecendo. Contudo, a reação do consulente e de sua família, de ficarem chocados com a recusa do sacerdote de rezar publicamente pelo suicida, compreende-se em função do desejo de obter para ele a salvação. Que eles rezem, pois, pelo seu ente querido, pois Deus, em sua infinita misericórdia, na previsão dessas orações, pode ter dado ao defunto a graça do arrependimento in extremis. Até lá pode chegar a misericórdia divina!
 







sábado, 21 de julho de 2012

Monte Sinai



O monte Sinai, também conhecido como monte Horeb, fica no sul da península do Sinai, no Egipto. 
Esta região é sagrada para as três religiões monoteístas. 
É um pico de granito com 2288 metros, onde Moisés recebeu as Tábuas da Lei. 
Ao Monte Sinai foram atraídos muitos peregrinos ao longo dos séculos.


Peregrinos na esteira de Deus

Entre os tantos peregrinos, encontramos o Papa João Paulo II. Durante essa visita, João Paulo II afirmou: “enquanto os cristãos celebram o bimilenário do nascimento de Jesus, devemos fazer esta peregrinação aos lugares em que teve inicio e se desenvolveu a história da salvação. Viemos ao Egipto, percorrendo aquele caminho ao longo do qual Deus guiou o seu povo, tendo à frente Moisés, para conduzir à terra prometida. Pomo-nos a caminho, iluminados pelas palavras do livro do Êxodo: abandonando a nossa condição de escravidão, vamos ao Monte Sinai, onde Deus estabeleceu a sua aliança com a casa de Jacob, por meio de Moisés, em cujas mãos depositou as tabuas do Decálago”.


Aqui Deus revelou o seu nome e deu a sua lei

Na solidão do deserto Moisés encontra Deus. A sua atenção tinha sido atraída por uma sarça que ardia no fogo mas não era devorada (Êx 3,2). Ouviu então uma voz que dizia: “tira as tuas sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é uma terra santa” (êx 3,5). A voz continuou: “ eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob”. Deus envia Moisés a libertar o seu povo da escravidão no Egipto (Êx 3,7-9).

Depois de receber esta missão, Moisés pergunta a Deus qual é o seu nome. “Eu sou Aquele que sou” (êx 3,14). Enviando Moisés em força deste nome, Deus, revela-se sobretudo como o Deus da aliança.

Junto ao Mar Vermelho o povo experimentou uma grande libertação. Viu a força e a fidelidade de Deus., descobriu que Ele é o Deus que torna livre o seu povo, como prometido. Contudo, será no cume de Sinai, que este Deus selará o seu amor estreitando a Aliança, à qual jamais renunciará. Se o povo observar a Sua lei, conhecerá a liberdade para sempre.


Os dez mandamentos

Os dez mandamentos não são a imposição arbitrária de um Senhor tirânico. Eles foram escritos na pedra, para sempre, depois, impressos no coração do homem como Lei de vida, válida em todos os tempos e lugares. Hoje como sempre, as Dez Palavras da lei fornecem uma base autêntica para a vida dos indivíduos, das sociedades e nações: hoje como sempre, elas são o futuro da família humana.

Observar os Mandamentos significa ser fieis a Deus, mas também ser fieis a nós mesmos, à nossa autêntica natureza e às nossas mais profundas aspirações.

A revelar-se a Si mesmo no Monte e tendo entregue a sua Lei, Deus revelou o homem ao homem. O Sinai está no centro da verdade sobre o homem e sobre o seu destino.


Sinai, “monte da fé”

O Sinai, “monte da fé”, deve tornar-se “o lugar do encontro e de um pacto reciproco”, de certo modo o “monte do amor”. Foi ali que o povo se empenhou em viver à maneira de Deus e que Deus lhe assegurou o seu amor.

No Sinai, devemos sentir-nos como Moisés: homens e mulheres que, ao mesmo tempo, intercedemos junto do Senhor e recebemos a lei que é um apelo à verdadeira vida, que nos liberta dos ídolos e torna toda a existência infinitamente bela e preciosa!

Quando estivermos com Deus no monte da oração, deixemo-nos impregnar da sua luz, a fim do nosso rosto resplandecer com a glória de Deus e convidar os homens a viverem desta felicidade divina, que é a vida em plenitude.


“Do Egipto chamei o Meu Filho”

Assim fala O Senhor, que fez sair o seu povo da condição de escravidão (Êx 20,2) , para concluir com ele no Monte Sinai uma aliança.

O evangelho recorda-nos a fuga da Sagrada Família para o Egipto, onde veio buscar refugio, assim se cumpriu o que o Senhor anunciou pelo profeta: “do Egipto chamei o Meu Filho” (Mt 2,15). 

A providencia conduziu Jesus pelos caminhos que outrora os israelitas tinham percorrido rumo à terá prometida, sob o sinal do Cordeiro Pascal, celebrando a Páscoa. 

Também Jesus, o Cordeiro de Deus, foi chamado do Egipto pelo Pai, para cumprir em Jerusalém a Páscoa da nova aliança e irrevogável, a Páscoa definitiva, a Páscoa que dá ao mundo a salvação.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Os Sete dons do Espírito Santo











Hoje quero colocar uma instrução sobre os dons do Espírito Santo, primeiramente para que estes dons? Os dons do paráclito, são uma forma de compenetrarmos nos mistérios de Deus, e assim conhecê-lo cada vez mais por meio destes dons, e não somente isso, como também utilizando-os para o bem comum, do irmão necessitado! Os dons são para todos, não existe distinção. Todos nós, filhos de Deus, somos escolhidos para sermos dotados com os dons celestiais. E o Espírito Santo revela todas as verdades sobre os mistérios de Deus! Conheça, e aprenda.
Deus abençoe

SABEDORIA: Pelo dom da sabedoria buscamos não a sabedoria do mundo, mas aquela Verdade que se identifica com o Sumo Bem e que nos torna felizes, porque nos enche de alegria o coração, como disse Jesus: Quando fordes presos, não vos preocupeis nem com a maneira com que haveis de falar, nem pelo que haveis de dizer. Porque não sereis vós quem falareis, mas é o Espírito do vosso Pai que falará em vós (Mt 10,19-20).

ENTENDIMENTO: É o dom divino pelo qual aceitamos as verdades reveladas por Deus. Mesmo não compreendendo todo o Mistério, entendemos que ali está a certeza de nossa salvação porque é verdade que procede de Deus infalível. Disse Deus pelo profeta: Eu vos darei um coração capaz de conhecer-me, e de saber que sou Eu o Senhor. Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus, porque de todo o coração se voltarão para mim (Jr 24,7).

CONSELHO: É a luz que o Espírito nos dá para distinguir-mos o certo do errado, o verdadeiro do falso, e assim orientarmos acertadamente a nossa vida e a de quem nos pede conselho. Sobre Jesus repousou o Espírito Santo, e lhe deu em plenitude esse dom, como havia profetizado Isaías: Ele não julgará pelas aparências, e não decidirá pelo que ouvir dizer, mas julgará os fracos com eqüidade e fará justiça aos pobres da terra . . . (Is 11,3-4).

FORTALEZA: É o dom da coragem para se viver fielmente a fé no dia-a-dia, e até diante do martírio se for preciso. Assim disse o Espírito à Igreja de Esmirna: Nada temas ante o que hás de sofrer. Por estes dias o demônio vai lançar alguns de vós na prisão, para pôr-vos à prova. Tereis tribulações durante algum tempo. Sê fiel até à morte, e te darei a coroa da vida (Ap 2,10).

CIÊNCIA: Não é a ciência do mundo, mas a ciência de Deus. A Verdade que é Vida. Por esse dom o Espírito Santo nos indica o caminho a seguir na realização de nossa vocação, pois o Espírito penetra tudo, mesmo as profundezas de Deus . . . As coisas de Deus ninguém as conhece a não ser o Espírito de Deus (1 Cor 2,10-11).

PIEDADE: É o dom pelo qual o Espírito Santo nos dá o gosto de amar e servir a Deus com alegria. Por ser o Amor do Pai e do Filho, o Espírito Santo nos dá o sabor das coisas de Deus. São Paulo escreveu: A respeito dos dons espirituais, irmãos, não quero que vocês permaneçam na ignorância. Vocês bem sabem que, quando vocês eram pagãos, eram facilmente atraídos para os ídolos mudos. Por isso eu lhes declaro: todo aquele que é agora conduzido pelo Espírito de Deus não pode blasfemar contra Jesus. Bem como ninguém poderá dizer convictamente Jesus é o Senhor, a não ser movido pelo Espírito Santo (1 Cor 12,1-3).

TEMOR DE DEUS: Este dom do Espírito Santo não significa medo de Deus, mas um amor tão grande que queima o coração de respeito por Deus. Não é um pavor pela justiça divina, mas o receio de ofender ou de desagradar a Deus. Por isso Jesus teve sempre o cuidado de fazer em tudo a vontade de seu Pai, como Isaías havia profetizado: Sobre Ele repousará o Espírito do Senhor, Espírito de sabedoria e de entendimento. Espírito de prudência e de coragem, Espírito de ciência e de temor do Senhor (Is 11,2).

                Fonte:  http://setedons.vilabol.uol.com.br/index.htm

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Curioso 13



Papa João Paulo II
Lembra-te desta Pessoa Querida ?


JAN PAWEŁ DRUGI (João Paulo II) NA LÍNGUA POLONESA 13 Letras


Tornou-se Papa aos 58 anos de vida 5+8 = 13


O seu pontificado durou 9301 dias 9+3+0+1=13


Atentado 13 de Maio
Sofreu um atentado a 13 de Maio 


Faleceu na 13ª semana do Ano 


Quando faleceu ele tinha 85 anos 8+5 = 13


Data da sua morte 02.04.2005 0+2+0+4+2+0+0+5 = 13


A hora da sua morte 21h37m 2+1+3+7 = 13


Ele foi 265º Papa 2+6+5 = 13


13 é o número de Maria



 Fonte : Publicada por  
 HÉLDER GONÇALVES


sábado, 16 de junho de 2012

Os mandamentos da Igreja



       Uma coisa que muitos católicos não sabem – e por isso não cumprem – é que existem os "Cinco Mandamentos da Igreja", além dos Dez Mandamentos conhecidos. Eles não foram revogados pela Igreja com o novo Catecismo de João Paulo II (1992). É preciso entender que mandamento é algo obrigatório para todos os católicos, diferente de recomendações, conselhos, entre outros.
       Cristo deu poderes à Sua Igreja a fim de estabelecer normas para a salvação da humanidade. Ele disse aos Apóstolos: "Quem vos ouve a mim ouve, quem vos rejeita a mim rejeita, e quem me rejeita, rejeita Aquele que me enviou" (Lc 10,16). E prossegue: “Em verdade, tudo o que ligardes sobre a terra, será ligado no céu, e tudo o que desligardes sobre a terra, será também desligado no céu.” (Mt 18,18)
     
 1º – Primeiro mandamento da Igreja: "Participar da missa inteira nos domingos e outras festas de guarda e abster-se de ocupações de trabalho".

       É obrigatório aos fiéis participar da santa missa todo domingo e nas festas de preceito, e recomenda que dela se participe também nos outros dias". "Os cristãos santificam o domingo e outras festas de preceito participando da Eucaristia do Senhor e abstendo-se também daquelas atividades que impedem de prestar culto a Deus e perturbam a alegria própria do dia do Senhor ou o necessário descanso da mente e do corpo. São permitidas as  atividades ligadas a necessidades familiares ou a serviços de grande utilidade social, desde que não criem hábitos prejudiciais à santificação do domingo, à vida de família e à saúde. Ordena que santifiquem o dia em que se comemora a ressurreição do Senhor, e as festas litúrgicas em honra dos mistérios do Senhor, da santíssima Virgem Maria e dos santos.

      Os Dias Santos – com obrigação de participar da missa, são esses, conforme o Catecismo: “Devem ser guardados [além dos domingos] o dia do Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Epifania (domingo no Brasil), da Ascensão (domingo) e do Santíssimo Corpo e Sangue de Cristo (Corpus Christi), de Santa Maria, Mãe de Deus (1º de janeiro), de sua Imaculada Conceição (8 de dezembro) e Assunção (domingo), de São José (19 de março), dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo (domingo), e por fim, de Todos os Santos (domingo)” (CDC, cân. 1246,1; n. 2043 após nota 252) (§2177).

2º - Segundo mandamento: "Confessar-se ao menos uma vez por ano".
     
       O Senhor ressuscitado instituiu esse sacramento quando, na noite da Páscoa, apareceu aos seus Apóstolos e lhes disse: 'Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, serão perdoados;  a quem os retiverdes, serão retidos' (Jo 20, 22-23). O apelo de Cristo à conversão ressoa continuamente na vida dos batizados. Essa conversão é um compromisso contínuo para toda a Igreja, que é santa, mas reúne em seu seio os pecadore. Devem-se confessar todos os pecados graves ainda não confessados de que alguém se lembra depois de um diligente exame de consciência. A confissão dos pecados graves é o único modo ordinário para obter o perdão (Itens 298, 299 e 304).

       Assegura a preparação para a Eucaristia pela recepção do Sacramento da Reconciliação, que continua a obra de conversão e perdão do Batismo (CDC, cân. 989). É claro que é pouco se confessar uma vez ao ano, seria bom que cada um se confessasse ao menos uma vez por mês, pois fica mais fácil de se recordar dos pecados e de ter a graça para vencê-los.

3º Terceiro mandamento: "Receber o sacramento da Eucaristia ao menos pela Páscoa da ressurreição. " 

      A Eucaristia é o banquete pascal, porquanto Cristo, ao realizar sacramentalmente a sua Páscoa, nos dá o seu Corpo e o seu Sangue, oferecidos como alimento e bebida, e nos une a si e entre nós no seu sacrifício. A Igreja recomenda aos fiéis que participam da santa missa que recebam com as devidas disposições também a santa Comunhão, prescrevendo a obrigação de comungar pelo menos na Páscoa (Itens 287 e 290). O período pascal vai da Páscoa até festa da Ascenção, e garante um mínimo na recepção do Corpo e do Sangue do Senhor em ligação com as festas pascais, origem e centro da Liturgia cristã (CDC, cân. 920).

      Também é muito pouco comungar ao menos uma vez ao ano. A Igreja recomenda (não obriga) a comunhão diária.

4º - Quarto mandamento: "Jejuar e abster-se de carne, conforme manda a Santa Mãe Igreja" 

       A penitência se exprime de formas muito variadas, em particular com o jejum, a oração, a esmola. Essas e muitas outras formas de penitência podem ser praticadas na vida cotidiana do cristão, em particular no tempo da Quaresma e no dia penitencial da sexta-feira (Item 301). No Brasil isso deve ser feito, principalmente, na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-feira Santa. Este jejum consiste em um leve café da manhã, um almoço leve e um lanche também leve à tarde, sem mais nada no meio do dia, nem o cafezinho. Quem desejar, pode fazer um jejum mais rigoroso; o obrigatório é o mínimo. Os que já tem mais de sessenta anos estão dispensados da obrigatoriedade, mas podem fazê-lo se desejarem.

      Diz o Catecismo que o jejum "Determina os tempos de ascese e penitência que nos preparam para as festas litúrgicas; contribuem para nos fazer adquirir o domínio sobre nossos instintos e a liberdade de coração (CDC, cân. 882)".

5º - Quinto mandamento: "Ajudar a Igreja em suas necessidades"

       Recorda aos fiéis que devem ir ao encontro das necessidades materiais da Igreja, cada um conforme as próprias possibilidades (CDC, cân. 222). Não é obrigatório que o dízimo seja de 10% do salário, nem o Catecismo nem o Código de Direito Canônico obrigam esta porcentagem, mas é bom e bonito se assim o for. O importante é, como disse São Paulo, dar com alegria, pois “Deus ama aquele que dá com alegria” (cf. 2Cor 9, 7). Esta ajuda às necessidades da Igreja pode ser dada uma parte na paróquia e em outras obras da Igreja.


Fontes de pesquisa: Blog canção nova, Professor Felipe Aquino e Wikipédia - A enciclopédia livre.

sábado, 2 de junho de 2012

Sobre Vocação



Uma das maiores aventuras da vida do católico, a meu ver, é a escolha da vocação. Com algumas exceções, este é um negócio difícil e que exige, além de uma vida realmente devota, a coragem de arriscar-se, pois a absoluta certeza do próprio chamado exigiria um esgotamento da dimensão do mistério ou a comunicação inequívoca do próprio Deus a respeito do chamado pessoal. E isto, de ordinário, não acontece. O que temos são indícios. Mas, mesmo estes, podem enganar um pouco. Às vezes, a mera admiração é má interpretada. Outras vezes, é somente o próprio senso de grandeza e heroísmo querendo optar por algo que lhe seja adequado. Neste caso, a vaidade vincula-se ao ideal de perfeição.

Além destas dificuldades que são comuns a toda época - se bem que particularmente à nossa, visto que mais que nunca a nossa soberba é mostrada como um bem e os egos são a toda hora estimulados à auto-promoção - há, ainda, um fenômeno que é muito peculiar da contemporaneidade: quem quiser seguir a vida religiosa, terá de pesquisar muito bem se quiser encontrar uma boa Ordem, Congregação, Instituto ou Fraternidade. Isto se dá porque, em muitos lugares, o carisma original se perdeu, foi abandonado, foi submetido a uma "releitura", foi misturado a ideologias modernas, ou já nasceu viciado. E isto é muito sério. Antes ficar em casa, vivendo uma vida secular, do que ir a um lugar onde aprenderás heresias, onde te será incutido a desconfiança com relação a Roma, onde escutarás que a Tradição da Igreja é somente um modo de manipular o povo inculto, onde aprenderás que a História da Salvação só pode ser entendida corretamente e sem alienação se utilizas a chave hermenêutica da luta de classes, entre outros disparates.

Isto, no entanto, não deve ser motivo de desistência da própria vocação. Em se tratando do assunto, nunca se deve parar na alternativa mais cômoda. Este tipo de medo que faz desistir na primeira dificuldade é absolutamente inadequado e indigno diante de um chamado de Deus. S. Bernardo de Claraval dizia que o chamado ao claustro é o maior bem que Deus pode fazer a uma alma. O que se sentem chamados à vida religiosa ou desconfiam de sê-lo devem examinar isto detidamente e encontrar, para auxílio, um bom diretor espiritual que o acompanhe.

Naturalmente, a vocação não é mera escolha, mas, antes, descoberta. Isto, então, exige todo um processo de aprofundamento de si mesmo e daí é que decorre a necessidade de um outro, mais experimentado que nós, que possa nos ajudar neste trabalho. Embora tal empresa tenha a sua dificuldade, não deixa de ser, no entanto, uma aventura amorosa, muito mais bela e verdadeira do que aquelas que costumamos ver nos filmes e contos e das quais costumávamos desejar participar.

Se, como eu disse, há muitos conventos e institutos que, infelizmente, debandaram para ideologias como a famigerada Teologia da Libertação - há muitas casas franciscanas, carmelitas e dominicanas que se deixaram seduzir por este canto de sereia - ou para visões equivocadas da espiritualidade, como as de matiz pentecostalista, nem por isso o candidato à vida consagrada deixará de encontrar, se procurar direito, várias outras casas que se mantêm fiéis ao ensino de sempre da Santa Igreja e que se destacam por sua sobriedade e maturidade. Como eu disse, basta procurar.


Fonte : Danilo Badaró - blogscatolicos.blogspot.com.br

domingo, 20 de maio de 2012

Masturbação


MASTURBAÇÃO

          Um dos grandes problemas dos jovens é lidar com esse tipo de pecado, tão comum na juventude. Porém, mostraremos a seguir como vencer esse inimigo, que não é fácil, mas com perseverança será gratificante diante dos olhos de Deus.

COMO SE LIVRAR DA MASTURBAÇÃO

          A grande luta do jovem cristão é contra o vício da masturbação. A sua prática é bastante comum entre os rapazes e moças, que é um dos principais problemas enfrentados por eles. Saiba, antes de tudo, que a masturbação não é indício de distúrbio de personalidade ou de problema mental. É um problema muito antigo na humanidade. O "Livro dos Mortos", dos egípcios, já a condenava por volta do ano 1550 antes de Cristo. Também de acordo com o Código Moral dos antigos judeus era considerado pecado grave. Encontrei homens casados que continuavam a se masturbar, embora tivessem uma vida sexual regular com a esposa. Isso mostra que o vício da juventude continuou, e prejudica o casamento. Embora as aulas de "educação sexual", muitas vezes, ensinem que a masturbação é normal, e até necessária, na verdade, é contra a natureza e contra a lei de Deus. Infelizmente, nessas aulas e cartilhas sobre o assunto, os alunos são aconselhados a não terem sentimentos de culpa, angústia ou ansiedade, e ensinam que não é prejudicial a saúde. Isso não é verdade, pois muitos médicos afirmam que ela é prejudicial ao jovem tanto fisicamente quanto psicologicamente.
          A Igreja ensina que esta prática é um ato desordenado. Embora defendida por muitos como "algo normal", ela ensina que não :"Na linha de uma tradição constante, tanto o magistério da Igreja como o senso moral dos fiéis afirmam sem hesitação que a masturbação é um ato intrínseco e gravemente desordenado. Qualquer que seja o motivo, o uso deliberado da faculdade sexual fora das relações conjugais normais contradiz sua finalidade" (Catecismo da Igreja Católica,§2352).

Para lutar contra a masturbação é preciso se tomar várias atitudes:

1 - Tenha calma diante do problema.

        Você não é nenhum desequilibrado sexual, nem impuro e nem uma prostituta impotencial. Assim como não é uma aberração porque se masturba. Enfrente o problema com calma e com fé.

2 - Corte todos os estimulantes do vício.

         Jogue fora todas as revistas pornográficas, livros e filmes eróticos que você costumava ver. E não fique olhando para o corpo das moças ou dos rapazes, alimentando a sua mente com desejos eróticos. Deixe de assistir àqueles programas de TV que, cada vez mais, jogam "pólvora" no seu sangue. A TV é, hoje, um dos piores venenos para o jovem que luta contra a masturbação. E fuja dos "sites" eróticos da Internet.

3 - Faça um bom uso de suas horas de folga.

         Aproveite o tempo para ler um bom livro, praticar esportes, sair com os amigos,caminhar, etc. Não fique sem fazer nada, especialmente na cama, pois "mente vazia é oficina do diabo".

4 - Não desanime nem se desespere nunca.

        Lute diariamente contra a masturbação, mas se você cair, levante-se imediatamente, peça perdão a Deus de imediato, e retome o propósito de não pecar. Não fique pisando na sua alma e se condenando. Diga: "Está bem, eu errei, eu caí, aceito a minha queda humildemente, porque sou fraco; vou conseguir com a ajuda de Deus superar isso. Vou continuar lutando até me libertar definitivamente, mesmo que eu caia um milhão de vezes: não desistirei e não me desesperarei. "Jovem, Deus ama a nossa luta contra o pecado; a nossa vitória diante dele é mais a nossa perseverança na luta do que propriamente a vitória completa. Se confesse com  o sacerdote; sempre que cair não tenha receio, ele te compreenderá, pois está acostumado a ouvir isso.

5 - Alimente a sua alma com a oração, a Palavra de Deus e os Sacramentos da Igreja.

        Há um ditado que diz: "Mosca não assenta em prato quente". Se você mantiver a sua alma aquecida com o calor do Espírito Santo, as "moscas" da tentação não vão perturbá-lo. Mas se o prato esfriar... Após uma queda no campo sexual, sempre fica claro que faltou "vigilância e oração" para não pecar. Muitas vezes, abusamos da nossa fraqueza e nos expomos diante do perigo... e caímos. Peça sempre a Jesus em suas orações que Ele lhe conceda a virtude da castidade, sempre que cair se confesse imediatamente, procure comugar e estar sempre em oração isso vai te dar forças. experimente!
       Há um outro provérbio que diz: " A ocasião faz o ladrão ", ou ainda: " Quem ama o perigo nele  perecerá". Na verdade, teremos de pedir mais perdão a Deus porque não vigiamos e não oramos, do que por ter caído no pecado propriamente.

       E lembre-se: A vitória vem com muita luta, perseverança, oração e apoio Divino.
Deus sempre estará do seu lado nesta luta e em todas contra o pecado.

Deus te abençõe !


Fonte :pt.scribd.com/doc/7342278/Livrese-Da-Masturbacao

domingo, 13 de maio de 2012


SÃO JOSÉ, HOMEM ESCOLHIDO POR DEUS


O Evangelho de São Mateus nos relata a genealogia de Jesus, de Abraão até José. Jesus é Filho de Davi por intermédio de José, que se casou com a Virgem Maria. Em geral, a figura de São José que nos tem sido apresentada não corresponde, infelizmente, à realidade. São estampas de imagens de São José velhinho, sem força, sem vida, fragilizado por causa da idade.

Faz-se necessária uma mudança de mentalidade, pois a Palavra de Deus nos apresenta São José varão; ou seja, homem respeitável, sábio, em pleno vigor da sua virilidade. Os termos “varão” e “justo” abrangem todas as virtudes que elevam um homem que caminha nas leis do Senhor e tem “justiça e santidade todos os dias de sua vida”, totalmente diferente de um “velhinho fragilizado”.

Toda mulher precisa e busca segurança no homem por seu caráter, sua firmeza e também por seu porte físico. O próprio Deus escolheu um homem assim para ser o esposo da Santíssima Virgem Maria. Assim como o Altíssimo escolheu a melhor mulher para ser a Mãe do Seu Filho, da mesma forma escolheu o melhor homem para ser o pai adotivo de Seu Filho, Jesus, porque Ele quis ter uma família.

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Cores Litúrgicas


As cores dos paramentos litúrgicos 
e seus significados.
   
           Você já deve ter observado, nas celebrações da Santa Missa, que o Altar é arrumado ora com uma cor, ora com outra, que essa cor do alta é a mesma nas vestimentas sacerdotais, que cada momento na Igreja se usa uma cor especial para aquele momento, mas você saber o quê representa essas cores?
       Veremos o significado dessas cores e em que momento elas são usadas pela Igreja.

As cores litúrgicas.

       Através das cores, a liturgia sagrada da Igreja apresenta uma linguagem simbólica muito expressiva. São seis as cores litúrgicas: branco, vermelho, verde, roxo, preto e rosa.
       As diferentes cores das vestes litúrgicas visam manifestar externamente o caráter dos mistérios celebrados e também a consciência de uma vida cristã que progride com o desenrolar do ano litúrgico.
       No princípio havia certa preferência pelo branco. As cores litúrgicas foram fixadas em Roma no século XII e em pouco tempo os cristãos do mundo inteiro aderiram a este costume.

Branco
       O branco é usado nos Ofícios e Missas do Tempo Pascal e do Natal do Senhor, bem como nas suas festas e memórias, exceto as da Paixão; nas festas e memórias da Bem-aventurada Virgem Maria, dos Santos Anjos, dos Santos não Mártires, na festa de Todos os Santos (1 de Novembro), na Natividade de São João Batista (24 de Junho), na festa de São João Evangelista (27 de Dezembro), da Cátedra de São Pedro (22 de Fevereiro) e da Conversão de São Paulo (25 de Janeiro). O branco é símbolo da luz, tipificando a inocência e a pureza, a alegria e a glória.
          As cores dourada e prateada, embora não sejam cores litúrgicas, podem ser usadas nos dias festivos, em substituição ao branco. O mesmo ocorre com a cor azul, também pode ser usada nas Festas e Solenidades da Santíssima Virgem Maria.

Vermelho
      O vermelho é usado no Domingo de ramos e na Sexta-feira Santa; no domingo de Pentecostes, nas celebrações da Paixão do Senhor, nas festas dos Apóstolos e Evangelistas (com exceção de São João), e nas celebrações dos Santos Mártires. Simboliza as línguas de fogo em Pentecostes e o sangue derramado por Cristo e pelos mártires, além de indicar a caridade inflamante.

Verde
      O verde se usa nos Ofícios e Missas do Tempo Comum. Simboliza a cor das plantas e árvores, prenunciando a esperança da vida eterna.

Roxo
      O roxo é usado no tempo do Advento e da Quaresma. Pode também ser usado nos Ofícios e Missas pelos mortos. Significa penitência, aflição e melancolia.
      Quanto ao tempo do Advento, hoje há uma tendência de substituir o roxo pelo violeta, que não é uma cor litúrgica, porém, para diferenciar o tempo quaresmal (penitência) e acentuar a dimensão de alegre expectativa da vinda do Senhor.

Preto
      O preto é usado nas missas pelos mortos, nas quais pode-se substituir pelo roxo, como na maioria das vezes é o costume, ou dificilmente, até mesmo pelo branco, para se dar ênfase não à dor, mas à ressurreição. Simboliza tristeza, dor, luto. Significa o choro da Igreja diante da morte de Nosso Senhor Jesus Cristo e de seus fiéis.

Rosa
      Pode ser usado no 3º domingo do Advento (Gaudete) e no 4º domingo da Quaresma (Laetare), ocasião em que também poderá ser utilizado o roxo. Simboliza a alegria dentro de um tempo destinado à penitência.


Fontes de pesquisa: Wikipédia -  A enciclopédia livre e site da Basílica do carmo , em Campinas - SP.

domingo, 29 de abril de 2012

Origem da Bíblia


A Bíblia


Como surgiu a Bíblia?

        Foi no seio do povo Hebreu que nasceu a Bíblia, mais ou menos, há 4 mil anos. Segundo a tradição aceita pela maioria dos cristãos, a Bíblia foi escrita por, mais ou menos, 40 autores, entre 1445 e 450 a.c. (livros do antigo testamento) e 45 e 90 d.c.(livros do novo testamento), totalizando um período de quase 1600 anos.
       A maioria dos historiadores acreditam que a data dos primeiros escritos, considerados sagrados, é bem mais recente: por exemplo, enquanto a tradição cristã coloca Moisés como o autor dos primeiros cinco livros da Bíblia (Pentauteco), muitos estudiosos aceitam que foram compilados pela primeira vez apenas após o exílio Babilônico, a partir de outros textos datados entre o décimo e o quarto século antes de cristo. Muitos estudiosos também afirmam que ela foi escrita por dezenas de pessoas oriundas de diferentes regiões e nações.
     
O que é a Bíblia?

       A Bíblia é a coleção dos livros (considerados pela Igreja como escritos sob a inspiração do Espílito Santo) que contém a palavra de Deus. Ela é uma mensagem que Deus dirigiu, e continua a dirigir aos homens.
        O termo Grego de onde provém a palavra Bíblia significa: os livros. Em latim, esse termo transformou-se num singular e passou a designar exclusivamente a coleção dos textos que fomam as Sagradas Escrituras.
          Os títulos desses livros lebram por vezes o nomes dos seu autores, outras vezes seus destinatários, ou ainda os assuntos que são tratados neles.
 
Divisão da Bíblia.

         A Bíblia contém ao todo 73 livros, divididos em velho e novo testamento.
         A coleção dos livros do velho testamento, originou-se na comunidade dos Judeus que foram juntados eles no decorrer da sua história. Ele conta com 46 livros, que são divididos em livros Pentateucos (5), Históricos (16), Sapienciais (7) e proféticos (18).                        
        A coleção dos livros do novo testamento começou a se formar na segunda metade do primeiro século da nossa era. Ele conta com 27 livros, que são divididos em livros Históricos (5), Cartas Apostólicas (21) e profético (1).
        Usa-se o termo Testamento devido as antigas e novas alianças que Deus realizou com seu povo. Por isso o velho testamento é a aliança antiga, que já passou, enquanto o novo testamento é a nova e Eterna aliança (como falou Jesus).

Negação dos livros por parte dos protestantes.
        
        No tempo da Reforma, os protestantes, depois de terem aceitado por um bom tempo os livros de Tobias, Judite, Sabedoria, Eclesiástico, Baruc, 1° e 2° Macabeus; e alguns suplementos dos livros de Daniel e Ester, Juntamente com a carta de Jeremias aos cativos, que se lê no último capítulo do livro de Baruc, decidiram não mais aceita-los nas suas Bíblias. Alegam eles, que é pelo fato desses livros não fazerem parte da Bíblia Hebraica primitiva. Essa é a diferença que há, ainda hoje, entres as edições católicas e as protestantes da Bíblia.
       A Igreja Católica considera-os inspirados como os outros. Essa      Diferença apenas ocorre no velho testamento, pois no novo testamento não há diferença alguma.

Um povo de Escritores.
        
      A bíblia foi redigida em mais de déz séculos. Portanto, ela não é a obra de um único autor, mas de uma imensidão de escritores, sendo que a maior parte deles é desconhecida. Os primeiros usaram as tradições orais que existiam bem antes deles.
     Cada autor, viveu em lugar, ambiente e contexto diferente; e eles imprimiram nos escritos, traços muito caractesrísticos de suas personalidades.

Tradiçao oral

     Ante da invenção da escrita, o povo transmitia oralmente, de pai para filho, as histórias sobre os ancestrais e as origens do povo. Com isso, Provérbios e Orações foram enriquecidos aos poucos.
     Como vimos acima, a Bíblia tem livros muito diferentes. Exemplos: a gente encontra narrativas históricas (1° e 2° Reis e etc.), proféticas (livros de Jeremias e etc.), poemas ( Cantico dos canticos e etc.), orações (Salmos e etc.), ensinamentos (Provérbios e etc.) e etc.

Um conjuto sábio e demorado
     
      A ordem de classificação atual dos livros e textos da Bíblia não corresponde a ordem cronológica em que eles foram escritos. Por exemplo: A primeira página da Bíblia foi escrita no século VI a.c., as seguintes, quatro séculos antes. O conto de Jonas data do século IV a.c., ele precede o livro do profeta miquéias, que data do séculoVII a.c.
     
    Guardem na sua alma e no seu coração essas palavras que lhes digo... Vocês as ensinarão aos seus filhos e lhes farão quando estiverem em casa, quando estiverem viajando, quando forem se deitar e quando se levantarem.  Dt 11,18-20
    Foi aos poucos que foram reunidos em três grandes categorias: a Lei, os Profetas e os Escritos.

Apesar de diferentes, Deus torna sua Palavra em unidade

      Um certo números de livros é a fusão de vários livros anteriormente escritos. Por exemplo: os livros do gênesis e do Êxodo misturam textos provenientes de épocas e lugares diferentes. O livro de Isaías compreende as obras de três autores: capítulos 1-39, séculoVIII a.c., capítulos 40-56, século VI a.c. e capítulos 57-66, século V a.c.
      No entanto, o que dá unidade a todos os livros da Bíblia, tão diferentes entre si, corrigidos e reescritos muitas vezes, é que eles são, todos e cada qual à sua maneira, a Palavra de Deus - a Expressão de Fé de Israel e dos Cristãos.
   
      Dá-me vida, pela Tua Palavra.  Sl 119,25



Fontes: Bíblia edição Ave-Maria, mini dicionário compacto bíblico de Fr. Francisco de Jesus Maria Sarmento e Wikipédia a enciclopédia livre.




quinta-feira, 26 de abril de 2012

Festividades Judaicas


As principais festas Judaicas 

        Citaremos as principais festas dos Hebreus - eles comemoram essas festas como sinal de observância e recordação pelas obras e prodígios que Deus realizou para eles.
        As festas são momentos muito importantes que dividiram e dividem o  ano judaico.

Festa da páscoa

      Também conhecida como festa dos pães sem fermento. Comemora-se no mês de abril. É a festa das festas. Os homens e mulheres da Bíblia comemoram sua libertação do Egito.
      Durante uma refeição solene em família, come-se o cordeiro da páscoa e pão sem fermento, como os ancestrais que, na sua fuga não tiveram tempo de deixar o pão crescer (fermentar).

Festa das colheitas

       Também conhecida como festa das semanas. Comemora-se no fim do mês de maio. O povo da Bíblia agradece a Deus pela colheita e pela Lei recebida no deserto. É celebrada durante 7 semanas, ou seja , 50 dias depois da páscoa. É também conhecida como Pentecoste (que em grego, significa 50).

Festa das trombetas e do ano novo

       Comemora-se em meados de setembro. Este dia é considerado como o aniversário da criação do homem por Deus. O povo começa um período de reflexão e de penitência que termina com a festa do grande perdão, 10 dias mais tarde.

Festa do grande perdão
    
       Conhecida como Yom Kipur. Fim de setembro. Pede-se perdão a Deus por todos os pecados. Um bode, símbolo do pecado do povo, é mandado para o deserto, vindo daí a expressão " bode expiatório".

Festa das tendas

      Também conhecida como festa da colheita. No começo de outubro . Agradece-se a Deus pela colheita dos frutos e pela vidima. Como os Hebreus do deserto que moraram em tendas durante muito tempo, os participantes acampam em tendas, durante os dias de festa.

Festa do templo purificado

     Comemora-se no começo de dezembro. Esta festa comemora o dia em que o templo de Deus foi libertado do seu invasor e aberto de novo ao culto, em 165 a.c., depois da grande profanação de Antíoco IV Epífano.

Festa do purim 

     Comemora-se no começo de março. É uma espécie de carnaval, quando são oferecidos muitos presentes. Purim quer dizer " sorteio ". O inimigo havia sorteado o dia em que os judeus deveriam ser massacrados, porém Deus mudou a sorte do povo judeu, e quem foi massacrado nesse dia foi o inimigo do povo judeu.


     As festas são anunciadas pelo chofar (corno, ou chifre, de carneiro).




Fonte de pesquisa : Mini dicionário compacto bíblico de Fr. Francisco de Jesus Maria Sarmento.